Os Famosos abrem o verbo sobre a Traição

A atriz Deborah Evelyn afirma que perdoaria uma traiçao

“Você me iludiu, Me beijou,

 E agora amor? Você dormiu,

se retirou e eu fiquei
Você destruiu o que fez,

E agora, amor? Na minha opinião
Isso é dupla traição…”

Servindo-nos das letras abençoadas de Djavan, começaremos a passear pelo tema que desde Adão e Eva atiça e tenta a humanidade. E para que o leitor que já sentiu a testa doer se sinta em casa, abordaremos  paralelamente alguns casos de famosos e o mal da traição.

A apresentadora e ex-bbb Maíra Cardi conta que quando conheceu o atual namorado, o humorista Vinicius Vieira foi logo abrindo o verbo sobre a traição: Traição para mim é mentir. Vinícius sabe que pode ficar com outra, ele tem meu aval. Se me contar, ok. Mas é só uma vez, porque não gosto dessa coisa de ‘casinhos, desabafa. A modelo que foi traída em seus dois casamentos acredita que, talvez, por ter uma postura tão liberal e deixar as coisas tão fáceis e tão claras, o namorado nunca tenha tido vontade de aventurar-se com outra. Maíra deu carta branca para o namorado, ele sabe que tem o seu consentimento para ficar com outra. Mas, até hoje, não rolou nada. Então, nesse caso, chegamos à máxima do que é proibido é mais gostoso???

A Atriz Deborah Evelyn recentemente declarou que amadureceu sua opinião sobre o assunto. Deborah afirmou que perdoaria, pois traição é uma coisa que existe na humanidade. “Quando mais nova, via isso muito a ferro e fogo. Mas, acho que muda com a maturidade.” A esposa do diretor Dennis Carvalho ainda ressaltou que para quem quer ser infiel, que o faça bem feito. E ainda disse mais; que prefere não saber e não ser exposta…O que se tratando de um casal famoso é mais difícil.

Arnaldo Jabor já escreveu uma crônica crua e dura sobre a fidelidade masculina. Para as leitoras que ainda não leram, recomenda-se tomar um copo de água com açúcar. Simplesmente, adiantamos aqui um trecho do que diz o cineasta e jornalista:

Não existe homem fiel. Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo. É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens. Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel (ou porque está apaixonado (algo que não dura muito tempo – no máximo alguns meses – nem se iluda)… Não desanime. O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia.”

Para tentar animar as leitoras e dizer que nem tudo está perdido… Vale lembrar que o tópico traição x infidelidade embora dê muito pano para manga, tampouco é um tema pacificado no âmbito da psicanálise. Há muitos estudos, muita especulação e pouco consenso.

Há cerca de dez anos, um sexólogo italiano, Willy Pasini analisou mais de mil homens e mulheres, tendo a mão uma determinada enquete. A pesquisa tinha a seguinte pergunta; o que eles preferiam – que o parceiro tivesse relações com ele pensando em outra pessoa, ou que fizesse sexo com outro pensando nele. Resultado: Os homens optariam que suas mulheres transassem com eles pensando em outro homem e as mulheres escolheram a hipótese de que seus parceiros transassem com outras, mas pensando nelas. Enfim, talvez nem Freud tenha chegado a explicar a infidelidade.

O Barbudo, pai da psicanálise, costumava dizer que as pulsões por si mesmas, não são boas ou ruins, mas impulsos naturais em busca da satisfação. Daí, o que vai rotular como juízo de valor, dependerá do contexto cultural daquela sociedade, bem como das condições de sobrevivência daquela espécie. Complicado não? Pois é…no reino da psicanálise, as pulsões são consideradas como impulsos provenientes de uma fonte somática, que querem nada mais do que se inscrever no universo psíquico e manifestar-se como desejo.

Atriz Bárbara Paz

Há ainda quem bata o pé e não concorde nem com Freud, nem com Jabor, mas, se mantém “fiel” na premissa de não amar, ou desejar nunca outro homem. É o caso da atriz Bárbara Paz, casada com o cineasta Hector Babenco. Embora, haja uma diferença de idade considerável entre o casal, Bárbara hasteia a bandeira da fidelidade: “Existem muitas formas de se trair. Acho que todos nós sabemos, de alguma forma, que a traição não é só estar fazendo sexo com outra pessoa e, sim, no sentimento que está em jogo nessa hora. Acho que já fui traída ou, quem sabe, não. Talvez eu jamais queira saber… “

Cabe lembrar que não estamos mais nos anos 20, e as mulheres também puseram as garras de fora. Ainda que muitas se mantenham machistas e façam vista grossa para as escapulidas do companheiro, há aquelas que desfrutam das pulsões freudianas. Foi o caso da também atriz, Paula Burlamaqui, que no carnaval de 2010, ficou com um modelo no camarote da Devassa, no Rio de Janeiro, em plena Sapucaí. E na noite seguinte, lá estava a mesma, com o namorado oficial… Claro, os paparazzi não perdoaram o deslize e a moça ficou sozinha. Um pouco mais famosa com a traição estampada nas capas de revista de ‘disse-me-disse.’”

A boa notícia é que se especula que a tendência monogâmica, assim como outras virtudes ou inclinações desastrosas possam estar inscritas no DNA. O que seria reforçado pelo fato de que temos no vasto reino animal, algumas espécies felizes e monogâmicas.

Foto Deborah Evelyn: Por BemDevassa no Flickr
Foto Bárbara Paz: Por TV Globo / Bob Paulino no Flickr

Princesas da Europa: entre o poder e o glamour

Princesa Letitzia e Carla Bruni em uma Noite de Gala

Ser princesa é o sonho de toda menina. Fazer parte de um conto de fadas é comum no imaginário infantil. E as princesas da Europa protagonizam esta história na vida real. Kate Middleton, Letizia Ortiz, Victoria, Magdalena e Mary são algumas das realezas do século XXI que estão em um dos postos mais desejados do mundo.

Letizia Ortiz, princesa da Espanha, é um exemplo de conto de fadas. Ela conquistou o Príncipe Felipe, mesmo não fazendo parte de nenhuma família real. Letizia era uma jornalista de sucesso que já havia se casado uma vez com um professor, antes de oficializar o matrimônio com o príncipe. O casal teve duas filhas: Leonor e Sofia. Letizia teve que deixar a profissão para se dedicar à família e ao posto de princesa.

Mary Elisabeth Donaldson, princesa da Dinamarca, filha de plebeus, nasceu na Austrália em 1972.  A australiana estudou direito, trabalhou na área de eventos e em 2001 conheceu o príncipe Federico da Dinamarca, e três anos depois se casaram. Mary teve dois filhos com o príncipe.

As irmãs Victoria e Magdalena são as badaladas princesas e filhas dos reis da Suécia. Magdalena, formada em História da Arte pela Universidade de Estocolmo, é a irmã mais nova e famosa pelos seus casos românticos e sua vida noturna. Atualmente, trabalha para a UNICEF de Nova York.

Já Victoria é low-profile. Formadaem Ciências Polpiticas pela Universidade de Upsala, em 1997, houve rumores de que estaria sofrendo de anorexia, mas a princesa superou os problemas. Ela foi a única mulher como primeira herdeira de um trono no mundo.

Outra princesa é a Máxima Zorreguieta, dos Países Baixos. Nascida em Buenos Aires, Máxima é muito querida pelos holandeses. Formada em Economia pela Universidade Católica de Buenos Aires, ela conheceu o príncipe em Sevilha, durante a Feira de Abril. Em 2002, ela se casou com Guillermo Alejandro de Orange-Nassau e tiveram três filhas: Catharina-Amalia Beatrix Carmen Victoria, Alexia Juliana Marcela Laurentien e Ariane Wilhelmina Máxima Ines.

A princesa Mette-Marit é casada com o príncipe da Noruega Haakon Magnus, desde 2001. Antes Mette-Marit havia trabalhado em uma cafeteria, onde conheceu um traficante de drogas, com quem teve um filho. Mas a futura princesa foi uma mãe solteira. No final dos anos 90, ela foi ao Festival Quart, em Kristiansand, maior festival de rock da Noruega.  Lá, ela conheceu o príncipe Haakon. No início a relação dos dois foi um tema polêmico no país devido ao seu passado, e porque eles tinham um relacionamento aberto, algo que não era aceitável para um integrante da família real.  Em 2001, eles oficializaram a união e a princesa retomou os seus estudos. Ela foi para a Escola de Estudos Orientais e Africanos na Universidade de Londres. O casal teve dois filhos: Ingrid Alexandra e Sverre Magnus.

E você pode saber como é a vida das Princesas do secúlo XXI.

Foto: El_Enigma no Flickr 

Nome de esmalte

Cada marca é o seu critério para a nomeação de esmaltes

O esmalte é um dos acessórios preferidos das mulheres. Nada melhor do que ter unhas bem feitas. A variedade de cores é grande e muitas pessoas se guiam pelo nome, ou só pela tonalidade. A cada ano são lançadas mais de 100 cores pelas principais marcas como a Colorama, Risqué, Impala e Big Universo. E fica sempre uma curiosidade: como são escolhidos os nomes que acompanham cada vidrinho nas coleções.

O dono da Big Universo, por exemplo, se interessa muito em assuntos relacionados à astronomia, e isso reflete na escolha dos nomes. Cada um deles possui uma referência ao tema. O perfil da marca é esse. Agora basta imaginar as mais de 120 cores que o esmalte tem e todas com o tema “universo”.

Victor Munhoz, gerente de produtos da Impala, é o responsável pela escolha de nomes da marca. Segundo Munhoz, a equipe tentar unir o conceito da coleção com a cor de cada esmalte. “Na Diva’s fizemos uma pesquisa e selecionamos uma série de possíveis nomes. Depois foi feita uma triagem e excluímos aqueles que não combinavam com as cores”, disse o gerente em entrevista para o Terra.com.br. A coleção teve 12 tonalidades e o resultado final foi: Marylin, Jackie, Madonna, Brigitte, Audrey, Charlotte, Jane, Catherine, Sophia, Gisele, Nicole e Gilda.

Já a Risqué desenvolve uma pesquise sobre a história, costumes e tendências da moda nacional e internacional. E os nomes são escolhidos de acordo com o conceito de uma edição que é trabalhada pela marca. Por exemplo, uma das coleções já lançadas se chamava “Penélope Charmosa”. A linha contava com diversos tons de rosa. E a coleção outono/inverno de 2010 era Risqué Joias Místicas. Os vidros tinham nomes como Topázio Púrpura, Diamante Roxo e Pedra Granada.

A Colorama, que lança cerca de 30 novos esmaltes a cada ano, também acompanha as tendências da moda e partir disso desenvolve o tema da campanha. Quando é escolhido o conceito, a marca pensa em um nome para cada esmalte. Um dos mais famosos é o “Rosa Chiclete”, nome bem feminino, que tem por objetivo se referir a ideia de jovialidade. Outro muito conhecido é o “Atrevida”, aquele vidrinho com um vermelho vibrante.

A escolha dos nomes vem de estudos comportamentais, de pesquisas relacionadas à moda, ou simplesmente por seguir o perfil da marca, como é o caso da Big Universo. O que importa no final é que o nome soe agradável e que a consumidora lembre dele, pois afinal toda mulher pergunta: “Qual esmalte você está usando?”.

Foto: En busca del sol no Flickr